O inicio 

Quem foi Sigmund Freud?
Breve Histórico:
Sigmund Freud é considerado o pai da Psicanálise
Há 162 anos, nascia Sigmund Freud (6/05/1856 – 23/09/1939), considerado o pai da Psicanálise. Suas ideias até hoje influenciam várias escolas do pensamento humano.
Freud nasceu em 1856 em Příbor, na região da Morávia, na República Tcheca, em família judia que vivia grandes dificuldades econômicas, o que não lhe impediu de ingressar na Universidade de Viena, onde se formou em medicina em 1881.
Em 1895, lançou, em parceria com o médico Joseph Breuer, seu principal colaborador, o livro "Estudo sobre Histeria". A obra descreve a teoria de que as emoções reprimidas levam aos sintomas da histeria, que poderiam desaparecer se o paciente conseguisse se expressar.
Freud desenvolveu o que é uma das bases da técnica psicanalítica: a livre associação. O paciente é convidado a falar o que lhe vem à mente para revelar memórias reprimidas causadoras de neuroses.
Freud escreveu sobre histeria, as forças do inconsciente, mecanismos de defesa, personalidade, e outros tópicos da psicanálise.
Autor de vários livros, Freud foi um dos pensadores que mais influenciou o mundo moderno.
O livro “A Interpretação dos Sonhos”, publicado em 1899, é a obra mais importante e mais conhecida de Freud. Nela, ele afirma que os sonhos são "a estrada mestra para o inconsciente", a camada mais profunda da mente humana.

O inconsciente

Afinal???
O que é a mente inconsciente para Freud

Freud desenvolveu um modelo topográfico da mente através do qual descreveu as características da sua estrutura e da sua função. Para isso ele utilizou uma analogia que é bastante familiar a todos: a analogia do iceberg.


• Na superfície está a consciência, onde ocorrem todos os pensamentos, onde focamos nossa atenção, que serve para nos desenvolvermos e que utilizamos de forma imediata e com um rápido acesso.


• No pré-consciente se concentra tudo aquilo que nossa memória pode recuperar com facilidade.


• A terceira e mais importante área é o inconsciente. O inconsciente é amplo, vasto, às vezes confuso e sempre misterioso. É a parte que não se pode ver do iceberg e a que ocupa, na realidade, a maior parte da nossa mente.


O conceito de inconsciente de Freud não era uma ideia nova
Freud não foi o primeiro a fazer uso desse termo, dessa ideia. Neurologistas como Jean Martin Charcot ou Hippolyte Bernheim já falavam do inconsciente. No entanto, foi ele quem fez desse conceito o eixo condutor das suas teorias, conferindo-lhe novos significados:


• O mundo inconsciente não está além da consciência, não é uma entidade abstrata, mas uma camada real, ampla, caótica e essencial da mente, à qual não se tem acesso.


• No entanto, esse mundo inconsciente se revela de várias maneiras: através dos sonhos, nos nossos erros involuntários ao escrever ou falar ou nos nossos atos falhos.


• Assim, o inconsciente para Freud é interno e externo. Interno porque se espalha pela nossa consciência e externo porque afeta nosso comportamento.

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